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sábado, 2 de julho de 2011

O nosso sorriso é a nossa Vitoria

No fim do amor, no fim do dinheiro, no fim da derrota profissional ou pessoal, tudo o que nos resta é chorar, ou sorrir!
Um sorriso honesto desarma o inimigo, leva um ex-namorado a pensar duas vezes, se realmente tomou a melhor opção quando deixou fugir alguém tão positivo…
Curiosamente, o sorriso de uma pessoa, que é uma das coisas mais bonitas que alguém pode dar e receber, muitas vezes provoca tanta irritação, inveja até ciúmes, em pessoas que ainda não se resolveram e se debatem interiormente para vencerem os seus próprios fantasmas!
As pessoas tristes sentem-se incomodadas com alegria dos outros, mas muitas vezes, nem é por terem alguma coisa contra nós, é mesmo porque ninguém pode dar o que não tem!

domingo, 24 de abril de 2011

Sobre segundas chances

Os mesmos que podem errar, podem concertar.
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As vezes é dificil seguir em linha reta.
Se manter sempre acertando.
Sempre um erro escapa e causa estragos.
Em corações que nunca planejamos ferir.
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As vezes é dificil concertar os erros.
Porque as vezes ninguem nos dar uma chance pra concertar.
Um erro e tudo desmorona.
Não deveria ser assim.
Porque ninguem caminha na linha da perfeição.
.
.
´´No caminho que caminhamos, não temos o direito de tirar de ninguem uma segunda chance.
Pois todos somos capazes de melhorar.
Não é possivel ser sempre perfeito na primeira tentativa.´´

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Há mais beleza em construir que destruir

''Só dê ouvidos a quem te ama. Outras opiniões, se não fundamentadas no amor, podem representar perigo. Tem gente que vive dando palpite na vida dos outros. O faz porque não é capaz de viver bem a sua própria vida. É especialista em receitas mágicas de felicidade, de realização, mas quando precisa fazer a receita dar certo na sua própria história, fracassa.


Ando pensando no poder das palavras. Há palavras que bendizem, outras que maldizem. Descubro cada vez mais que Jesus era especialista em palavras benditas. Quero ser também. Além de bendizer com a palavra, Ele também era capaz de fazer esquecer a palavra que amaldiçoou.

Quero viver para fazer esquecer... Queira também. Nem sempre eu consigo, mas eu não desisto. Não desista também. Há mais beleza em construir que destruir.''

quarta-feira, 16 de março de 2011

A crônica de Diaféria



Não me venham com besteiras de dizer que herói não existe.

Passei metade do dia imaginando uma palavra menos desgastada para definir o gesto desse sargento Sílvio, que pulou no poço das ariranhas, para salvar o garoto de catorze anos, que estava sendo dilacerado pelos bichos.

O garoto está salvo.

O sargento morreu e está sendo enterrado em sua terra.

Que nome devo dar a esse homem?

Escrevo com todas as letras: o sargento Silvio é um herói.

Se não morreu na guerra, se não disparou nenhum tiro, se não foi enforcado, tanto melhor.

Podem me explicar que esse tipo de heroísmo é resultado de uma total inconsciência do perigo. Pois quero que se lixem as explicações.

Para mim, o herói -como o santo- é aquele que vive sua vida até as últimas consequências.

O herói redime a humanidade à deriva.

Esse sargento Silvio podia estar vivo da silva com seus quatro filhos e sua mulher. Acabaria capitão, major.

Está morto.

Um belíssimo sargento morto.

E todavia.

Todavia eu digo, com todas as letras: prefiro esse sargento herói ao duque de Caxias.

O duque de Caxias é um homem a cavalo reduzido a uma estátua. Aquela espada que o duque ergue ao ar aqui na Praça Princesa Isabel -onde se reúnem os ciganos e as pombas do entardecer- oxidou-se no coração do povo.

O povo está cansado de espadas e de cavalos.

O povo urina nos heróis de pedestal. Ao povo desgosta o herói de bronze, irretocável e irretorquível, como as enfadonhas lições repetidas por cansadas professoras que não acreditam no que mandam decorar.

O povo quer o herói sargento que seja como ele: povo.

Um sargento que dê as mãos aos filhos e à mulher, e passeie incógnito e desfardado, sem divisas, entre seus irmãos.

No instante em que o sargento -apesar do grito de perigo e de alerta de sua mulher- salta no fosso das simpáticas e ferozes ariranhas, para salvar da morte o garoto que não era seu, ele está ensinando a este país, de heróis estáticos e fundidos em metal, que todos somos responsáveis pelos espinhos que machucam o couro de todos.

Esse sargento não é do grupo do cambalacho.

Esse sargento não pensou se, para ser honesto para consigo mesmo, um cidadão deve ser civil ou militar.

Duvido, e faço pouco, que esse pobre sargento morto fez revoluções de bar, na base do uísque e da farolagem, e duvido que em algum instante ele imaginou que apareceria na primeira página dos jornais.

É apenas um homem que -como disse quando pressentiu as suas últimas quarenta e oito horas, quando pressentiu o roteiro de sua última viagem- não podia permanecer insensível diante de uma criança sem defesa.

O povo prefere esses heróis: de carne e sangue.

Mas, como sempre, o herói é reconhecido depois, muito depois. Tarde demais.

É isso, sargento: nestes tempos cruéis e embotados, a gente não teve o instante de te reconhecer entre o povo.

A gente não distinguiu teu rosto na multidão. Éramos irmãos, e só descobrimos isso agora, quando o sangue verte, e quanto te enterramos.

O herói e o santo é o que derrama seu sangue.

Esse é o preço que deles cobramos.

Podíamos ter estendido nossas mãos e te arrancando do fosso das ariranhas -como você tirou o menino de catorze anos- mas queríamos que alguém fizesse o gesto de solidariedade em nosso lugar.

Sempre é assim: o herói e o santo é o que estende as mãos.

E este é o nosso grande remorso: o de fazer as coisas urgentes e inadiáveis -tarde demais.





Esse homem é o dono do nome que leva o Zoologico de Brasilia.





quinta-feira, 13 de janeiro de 2011


















"E você me olha com essa carinha banal de "me espera só mais um pouquinho". Querendo me congelar enquanto você confere pela centésima vez se não tem mesmo nenhuma mulher melhor do que eu. E sempre volta."


Tati Bernardi

sábado, 8 de janeiro de 2011

"Amar também é isso"

"A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas? Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar. Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não."


(Caio Fernando de Abreu.)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Lute Pelos seus sonhos






"Existem derrotas mas ninguém escapa delas. Por isso, é melhor perder alguns combates na luta pelos seus sonhos, que ser derrotado sem sequer saber por que está lutando."

(Paulo Coelho)

sábado, 18 de dezembro de 2010

Tenho a imprensão

As vezes tenho a imprensão de que nada faz sentido. O fato de a gravidade não nos deixar voar. O fato de como um ser humano é capaz de amar alguém, de se entregar sem medo de ser feliz a pessoa que ama mesmo que ninguém nesse mundo um dia soube dizer, definir com palavras o que realmente é amar.
Também não consigo entender como viemos parar nesse mundo que parece ser mais um buraco negro e enigmático habitado por pessoas que muitas vezes esquecem do valor que cada um tem dentro de si. Paixões, o que são paixões em meio a tantos sentimentos? É apenas algo enigmático e indecifrável que caminha conosco em nosso dia a dia, não sabemos nem como, nem porque nos apaixonamos por nossos amigos, familiares e namorados, apenas sabemos que a vida é um enigma e que não devemos tentar entendê-la. Porque afinal viver ultrapassa qualquer entendimento.

sábado, 11 de dezembro de 2010

(...)

"Não quero amor de fim de noite. Não quero amor de uma noite só. Não tenho mais idade - nem saco - pra micareta. Não sei mais paquerar ou fazer joguinho de 'não te quero só pra você me querer'. Não preciso que me queiram pra massagear meu ego. Tenho foco. Sou mulher de um homem só. Não preciso de conversinha com ex-rolos no Messenger porque sei bem o que eu quero. Não preciso de homem pra massagear meu ego. Não preciso testar meu poder de sedução mantendo possíveis casos amorosos na internet. Não preciso de ninguém pra me dizer o quanto sou linda, gostosa e inteligente. Pra isso, tenho espelho, academia, papel e caneta. Não preciso usar meu corpo ou muito menos minhas palavras pra conquistar alguém. Pra isso, tenho sentimentos que falam por mim."

(Brena Braz)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

É cedo, amor

Há cerca de oito anos estive passeando por algumas cidades da Holanda. Perdoe-me se alguém se ofender, mas não gostei de nenhuma. De modo especial, Amsterdã, e de modo mais especial a chamada zona da luz vermelha.
Nessa zona, mulheres expunham seus corpos em cubículos de vidro, a fim de atrair o olhar e a fraqueza dos transeuntes. Estes, do lado de fora, riam, faziam gozações baratas. Ou deviam entrar e usar do favor oferecido, mas não sei exatamente em que bases.
O que mais me chocou não foi bem isso; afinal, sou de um país onde o turismo sexual corre a céu aberto, a preços, imagino, mais favoráveis.
Meu constrangimento foi que, naquele momento, badalavam os sinos de uma igreja, anunciando a hora do serviço religioso. Os sinos ficaram dobrando por muitos e muitos minutos – e o pior é que eu não conseguia ver a igreja de onde o som promanava --, contrastando de maneira gritante com a cena dos cafajestes se divertindo com aquelas infelizes nas vitrines da vida.
Reparem que estamos diante de dois convites. Os dos sinos, barulhentos, os das mulheres, visuais. Mas é obvio que não é essa a única ou principal diferença. Os sinos chamam para a participação em uma experiência sagrada, e as facilidades da carne atraem para um congresso profano, e põe profano nisso.
Qual a diferença entre um e outro? É que ambos não tem a mesma natureza, são de realidades diferentes, sem solução de continuidade. O sacro é algo que não pertence ao mundo e as suas leis, e não se submete ao entendimento racional pleno. Ele existe a título de manifestação – que o historiador Mircea Eliade chama de “hierofania” -, por intermédio de fenômenos, acontecimentos, objetos e até pessoas, que revelam algo que não se confunde com suas constituições imediatas mas se transmudam em possibilidades sobrenaturais, teológicas ou morais.

Para o homem profano, o sino de uma igreja faz barulho e irrita. Para o sagrado, a prostituição, como naquela musica do Cartola, é um abismo cavado com os próprios pés.



(Promotor de Justiça: Ivaldo Lemos Júnior)

sábado, 16 de outubro de 2010

Vem ser feliz comigo?

"Vem, dá-me a tua mão
vem… vem comigo!
Vem caminhar à beira mar quando
o sol está a desaparecer no horizonte.
Vem ver a espuma da maré que voa
ao sabor do vento, o caranguejo que se desloca apressado, aquele cardume que baila feliz,
a gaivota que chama por um seu amigo que passa, aquela estrela do mar que ficou esquecida na areia.
Vem andar de bicos de pés sobre a rocha
cheia de musgo verde escuro, na praia deserta.
Vem, dá-me a tua mão...
Vamos partilhar sorrisos, gargalhadas, silêncios,
coisas muitas, coisas poucas, coisas assim-assim.
Vem, vem ficar junto a mim.
Vem pintar os meus sonhos de muitas cores,
vem voar comigo, mesmo sem sairmos do lugar.
Deixa-me sentir-te bem junto a mim,
sentir o teu abraço forte e aninhar-me no teu colo.
Vem comigo, de mãos dadas, ser feliz."

(Teresa Santos)

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

(...)

Faço de mim casa de sentimentos bons, onde a má fé não faz morada e a maldade não se cria. Me cerco de boas intencões e amigos de nobres corações que sopram e abrem portões com chave que não se copia. Observo a mim mesmo em silêncio porque é nele onde mais e melhor se diz. Me ensino a ser mais tolerante, não julgar ninguém e com isso ser mais feliz. Sendo aquele que sempre traz amor.. Sendo aquele que sempre traz sorrisos e permanecendo tranquilo aonde for. Paciente, confiante, intuitivo. Faço de mim, parte do segredo do universo. Junto à todas as outras coisas as quais admiro e converso. Preencho meu peito com luz.. Alimento o corpo e a alma. Percebo que no não-possuir se encontram a paz e a calma e sigo por aí viajante.. Habitante de um lar sem muros. O passado eu deixei nesse instante e com ele meus planos futuros pra seguir sendo aquele que sempre traz amor, sendo aquele que sempre traz sorrisos e permanecendo tranquilo aonde for.. Paciente, confiante, intuitivo.